terça-feira, 20 de setembro de 2011

.. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração . 
E o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar . 
Deixar ir embora . 
Soltar . 
Desprender-se .
(…) Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante . 
Encerrando ciclos . 
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida .

sexta-feira, 16 de setembro de 2011




Eu sou um pouco mais estranha do que ser estranha permite. Sou estranha além do charme de ser estranha.

E me peguei olhando pra tudo isso e amando tanto, tanto, tanto. Como se nada mais no mundo fosse tão bonito ou correto ou mesmo perfeito porque perfeito é o que não tem mesmo cabimento. O resto nem existe porque vemos ou explicamos."
Eu me apaixono mesmo, eu sou intensa mesmo, eu me ferro mesmo, às vezes eu ferro as pessoas mesmo. Tudo é bom, tudo é vazio, tudo é bom de novo. Viver é um absurdo e não dá pra passar por isso tão ileso

domingo, 11 de setembro de 2011


Foi um dia memorável, pois operou grandes mudanças em mim. Mas isso se dá com qualquer vida. Imagine um dia especial na sua vida e pense como teria sido seu percurso sem ele. Faça uma pausa, você que está lendo, e pense na grande corrente de ferro, de ouro, de espinhos ou flores que jamais o teria prendido não fosse o encadeamento do primeiro elo em um dia memorável.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

“Para que são os dias?
É nos dias que vivemos.
Chegam, acordam-nos,
Vezes e mais vezes.
São para sermos felizes neles:
Onde havemos de viver senão nos dias?

Ah, responder a essa pergunta
Faz com que o médico e o padre,
De bata e batina comprida,
Atravessem, apressados, os campos.” -Philip Larkin, “Os dias”